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Blog do Ilgo

Testes de tolerância: André de titular e transmissão pelo face

André de novo começa o jogo. É um desafio à tolerância do torcedor, principalmente ao que paga ingressos – caros até para quem tem desconto de sócio – para ver André em campo e, por exemplo, Luan no banco de reservas.

Que Renato tem mais condições do que eu de avaliar o que é melhor para o time, não tenho dúvida. Falo por mim, apenas por mim, pois sei que alguns gremistas acreditam mesmo que sabem mais que o técnico. Normal. Isso vale para torcedores de todos os clubes. O técnico está sempre por um fio de ser chamado de burro.

Não acho que Renato seja burro – se ele é burro o que sobre para os mortais comuns que nunca terão uma estátua para ser chamada de sua? -, mas ele ao insistir com André parece acreditar que o seu camisa 9 a qualquer momento vai deslanchar, calando seus (do André) críticos, que cada vez são mais numerosos e tolerantes.

E olha que não me incluo nesse grupo. Não quero André porque ele não faz o que deveria fazer, o gol; e não quero André porque ele tem um substituto muito mais qualificado, que é o Luan.

Não entendo por que Luan não começa. Se é porque André prende e preocupa a zaga por ser centroavante, Luan preocupa muito mais. Sem contar que faz o time jogar e num lampejo pode decidir o jogo.

Talvez Renato pense que Luan ainda não está na sua melhor forma física e técnica, por isso prefere que ele entre no decorrer do jogo, pegando o adversário mais desgastado.

É uma ideia. Mas ainda assim, dentro das minhas limitações, entendo que Luan deveria começar, deixando Tardelli (cada vez mais parecido com André pela pouca resposta que dá) como opção de luxo.

Bem, o importante é vencer com ou sem André, de preferência sem deixar o Libertad fazer gol.

FACE e UÍSQUE

O jogo vem apenas pelo facebook. Na outra vez foi muito ruim assistir pelo face (maldita ideia que tiveram). Espero que desta vez o jogo não tranque tanto. Vou exercitar minha tolerância com André e com o face.

Antes do jogo, vou abrir os trabalhos com uma ou duas doses de uísque (uísque meia-boa, não sou como um velho parceiro de Recife, que só bebe de 12 anos pra cima (igual a um certo atacante tricolor).

Depois, vou no vinho tinto que ninguém é de ferro.

Arena? Não, caro demais o ingresso para cadeira gramado, minha preferida, R$ 102.

Mais um pouco compro um litro de Chivas.