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Site lista jogadores de Grêmio e Inter que quase jogaram nos rivais

Jogadores que fizeram história nos clubes quase foram parar no outro lado do confronto, confira alguns deles

Grêmio e Internacional possuem uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro. Com 424 confrontos oficiais na história, os clubes se encontram para fazer história e o clima na cidade de Porto Alegre sempre torna-se diferente. Jogadores que atuaram pelos times reconhecem a importância da rivalidade, e poucos são aqueles que conseguem ser adorados pelas torcidas dos dois rivais.

Durante a pandemia de coronavírus, o globoesporte.com listou jogadores que antes de se tornarem ídolos pela a camisa de um dos clubes de Porto Alegre, quase foram parar no outro. Desde nomes que já se aposentaram até jogadores dos plantéis atuais dos clubes, o site relembrou dez nomes que quase foram para o outro lado da dupla Gre-Nal.

Renato, Luan, D’Alessandro: quais foram os jogadores de Grêmio e Inter que quase jogaram pelo outro lado?

O atual camisa 10 do Inter, Andrés D’Alessandro, é um dos nomes da lista. Em 2008, o Grêmio buscava um camisa 10 para reforçar seu elenco e o diretor de futebol do clube na época, Paulo Pelaipe, iniciou negociações com o argentino que atuava pelo Zaragoza, da Espanha. As conversas quase foram bem sucedidas, mas o jogador acabou parando no San Lorenzo, da Argentina. Meses depois, estava no rival colorado.

Outro que quase desembarcou no CT Luiz Carvalho é o volante titular do elenco atual do Inter, Damián Musto. Em 2017, o jogador defendia o Rosário Central, da Argentina. As partes já estavam acertadas para a sua chegada ao Grêmio, mas as negociações demoraram muito para se concretizar e acabou ultrapassando o prazo de inscrição do jogador na Copa Libertadores daquele ano. No fim, o tricolor foi campeão da competição e o volante parou no maior rival.

Um dos maiores ídolos da história colorada, Paulo César Carpegiani, também quase desembarcou do outro lado de Porto Alegre. Quando tinha apenas 18 anos, o jogador estava de saída da sua terra natal, Erechim, para encontrar os dirigentes do Grêmio na capital gaúcha. Antes do meio-campo chegar ao seu destino, dirigentes do Inter interceptaram o ônibus em que o atleta estava e o levou para Eucaliptos, onde o colorado treinava. No fim, Carpegiani teve uma carreira vitoriosa pelo clube nos anos 60 e 70.

Já do lado tricolor, Renato Portaluppi foi um dos jogadores que quase vestiu a camisa colorada. Em 1979, quando ainda era jogador do Esportivo, o eterno camisa 7 do imortal fez testes no Inter, mas não tinha onde morar e retornou para Bento Gonçalves. No ano seguinte, foi a vez do Grêmio buscar o jogador a pedido do treinador Valdir Espinosa. O atacante integrou o elenco e nos anos seguintes se tornou ídolo da torcida. O resto é história.

Recentemente, quem quase parou no outro lado da rivalidade foi Luan. O Rei da América de 2017, atualmente no Corinthians, surgiu no Tanabi, pequeno clube do interior paulista, e se transferiu para a Catanduvense, quando atraiu olhares de grandes clubes do País. As negociações com o Inter avançariam, contanto que o colorado aceitasse também a contratação de Guilherme Amorim e Kairon, mas o clube só desejava o atacante. O Grêmio entrou na negociação, trouxe os três jogadores e Luan se tornou um dos maiores jogadores a vestir a camisa tricolor.

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