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Confira as 7 maiores vendas da história do Grêmio

Leste europeu domina compras da lista

O Grêmio possui uma das melhores divisões de base do Brasil. Nos últimos anos, o clube estruturou o seu centro de formação e revelou grandes jogadores, que antes de deixarem Porto Alegre conseguiram trazer o retorno dentro de campo. Nesta década, as maiores vendas do Tricolor foram concretizadas, mas o poder de revelar atletas de relevância para o cenário nacional vem de muito tempo. Nesta lista, o leste europeu é o maior destino das revelações gremistas.

Dos sete atletas que estarão no ranking, quatro foram ou para equipes russas ou ucranianas. Em um dos casos, o jogador nem ao menos vestiu a camisa do Tricolor nos profissionais, mas rendeu aos cofres do clube uma quantia milionária. Para a elaboração deste texto, foram considerados os valores em euros e a cotação da época, assim como a elaborada pelo site Gremistas em julho de 2018.

Confira as 7 maiores vendas da história do Grêmio

7º – Walace – Hamburgo-ALE (10 mi de Euros)

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Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Walace surgiu para o torcedor em 2014, quando o treinador Luiz Felipe Scolari apostou em suas habilidades e o escalou como titular no terço final do Campeonato Brasileiro. O volante se tornou o dono do meio-campo da equipe pelos próximos dois anos, o que gerou a convocação para a seleção brasileira sub-23, medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio, em 2016. E após conquistar a Copa do Brasil pelo Tricolor, o jogador foi vendido para o Hamburgo, da Alemanha. Na época, ele foi a quinta maior venda da história do clube, deixando Porto Alegre pelo valor de 10 milhões de euros. 

6º – Tetê – Shakhtar Donetsk-UCR (10 mi de Euros)

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Tetê foi uma das maiores vendas da história do Grêmio sem nem jogar pelos profissionais – Foto: Reprodução/Twitter

Tetê se tornou uma das maiores vendas da história do Grêmio sem ao menos vestir a camisa do clube nos profissionais. O jogador, que também foi formado no CT Hélio Dourado, era tratado como uma das maiores joias da base gremista. Em 2018, o atacante estava sendo preparado para fazer parte do elenco profissional em 2019. Porém, o interesse do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, seduziu o estafe do atleta, que consideraram a proposta irrecusável.

A pressão para fazer o jogador ter exposição no elenco principal causou polêmica, e o jogador acabou sendo vendido ao clube ucrâniano por 10 milhões de euros, que na cotação da época significou um valor maior que a venda de Walace.

5º – Lucas Leiva – Liverpool-ING (10,4 mi de Euros)

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Lucas Leiva foi uma das maiores vendas do futebol brasileiro na primeira década do século – Foto: Divulgação

Se considerarmos a época da negociação, a transação envolvendo Lucas Leiva não é só uma das maiores vendas da história do clube, como também abriu um período em que os jogadores do Tricolor voltaram a ser valorizados. Leiva surgiu em 2007 no Grêmio, entrando em algumas oportunidades durante a campanha da Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. O volante virou peça fundamental e titular absoluto da equipe em 2006, e em 2007 foi titular no vice-campeonato da Libertadores.

O jogador também atraiu olhares do técnico Dunga, que comandava a seleção brasileira. O Liverpool, da Inglaterra, decidiu contar com o atleta e o contratou pelo valor de 10,4 milhões de euros, uma das maiores vendas do futebol brasileiro na década. Lucas foi titular na equipe inglesa durante 10 anos.

4º – Pedro Rocha – Spartak-RUS (12 mi de Euros)

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Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Da lista de maiores vendas da história do Grêmio, Pedro Rocha é o único que não foi revelado em Porto Alegre. Contratado pelo Grêmio após uma boa atuação na Copa São Paulo de Futebol Junior em 2012, o jogador passou três anos no CT Hélio Dourado, quando começou a ganhar chances no elenco principal.

Após um período de altos e baixos no profissional, se consolidou no time titular em 2016, quando foi um dos destaques da campanha que deu ao Grêmio o título da Copa do Brasil, marcando dois gols na primeira partida da final contra o Atlético Mineiro. No meio da temporada de 2017, o atacante foi vendido para o Spartak, da Rússia, por 12 milhões de euros.

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