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“Zagueiro-artilheiro”, Rodrigues fala das origens como atacante

Jogador se tornou zagueiro quando foi para as categorias de base do ABC

Na última quarta-feira, Rodrigues teve a oportunidade de mostrar suas credenciais para o torcedor gremista. Na vitória contra a Universidad Católica, o zagueiro marcou o segundo gol tricolor, que sacramentou a classificação da equipe para as oitavas de final da competição.

O zagueiro de 23, nasceu na pequena Arez, no Rio Grande do Norte. Em sua terra natal, Rodrigues não era conhecido por suas habilidades no setor defensivo. Lá, jogava em uma escolinha como centroavante. Quando se transferiu para o ABC, em 2015, virou zagueiro, e se tornou o “Tonhão”, apelido dado por causa do seu nome, Antônio.

— Lá na minha cidade eu sempre joguei de atacante, em todas as posições. Quando eu tive a oportunidade de jogar no ABC fui pra ser zagueiro, mesmo sem ter atuado antes. Lá joguei nessa posição, gostei e fiquei como um zagueiro — relembrou Rodrigues.

Perguntado sobre a decisão de partir para o ataque na jogada do gol, o zagueiro falou sobre a liberdade dada por Renato para que ele fizesse este tipo de jogada. Antes de marcar, Rodrigues havia tido outra oportunidade, mas sem sucesso. Para ele, o gol contra a Católica vai ficar marcado para o resto da vida.

— O Renato sempre deixa bem à vontade quem está dentro de campo e, se tiver oportunidade de partir para o ataque, pode ir. No jogo eu tive a chance, roubei a bola, levei e confiei que ela ia chegar e felizmente fiz um gol que vai ficar marcado na minha vida — completou.

Neste fim de semana, Rodrigues terá pela frente um novo desafio. Assim como há duas semanas, quando estreou como titular, o Grêmio disputará um Gre-Nal importante, que pode decidir os rumos do Tricolor no Brasileirão. Ainda há dúvidas se ele será o titular, ou Paulo Miranda. A informação só será divulgada no momento da escalação, uma hora antes do confronto.

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